Original: José
Roberto Domingues
Não acredito em tudo que está acontecendo e muitos ainda dizem
que antes era pior!
Como assim, pior?
Alguém pode me explicar?
Porque não estou entendendo nada, nada de nada mesmo!
Irônico até achar que as vezes se exagera na descrição de
um assunto, mas não, infelizmente a realidade é muito mais cruel que a fantasia
do horror.
O ser dito humano, perdeu há muito tempo a noção da
realidade e da consciência, tornando – se pérfido audaz e sem nenhum pudor, deixou
sua humanidade de lado e entrou na dita energia do mal e começou a agir!
E como se nada estivesse acontecendo tirou de si as mais
desagradáveis atitudes em relação ao seu concorrente rival!
Isto poderia ser incrível se fosse ficção mas não é!
Acreditem é a mais pura realidade!!!
Estamos vivendo numa pandemia do horror!
O incrível é que o ser age no seu animal travestido de
humano!
Ah! Não me faça rir! HU-MA-NO?
Sim humano!
Mas que ironia grotesca, querer dizer que o animal é
humano, e desde quando?
Se o que vemos é furor, ódio, rivalidade, competição
desonesta, maldições, atitudes das mais pérfidas e macabras contra um amigo ou
um superior, como isso pode ser chamado de humano?
Quanto horror e frieza nos olhos de quem o sente e age
com naturalidade até as últimas gotas de sangue que jorram para fora do corpo
que nem o próprio corpo suporta mais aquela alma maldita!
Mas o que se pode fazer quando a maldade habita naquele
corpo e não deseja sair?
Nada! A unica resposta seria aguardar, mas é difícil afirmar, quando se trata do abstrato!
A maldade e a competição sempre existiram, mas tão cruel
como acontece nos dias de hoje é realmente surpreendentemente alucinante!
As mascaras caíram de vez, e sem reservas!
Estão mostrando quem de fato o ser humano sempre foi!
A maldade é escondida atrás de um sorriso maroto! Ou! Um
abraço apertado de um infiel escudeiro!
Oh! Vida!
Quanto o ser humano é maligno e fétido!
Só de pensar no mosaico dessa construção intrauterina sinto
ânsia e nojo das consequências que o maléfico construiu para todos que vivem na
orla da sua frequência.
Sinto como um limbo, sem ação só aguardando o momento
para ver se nas bordas dessa gosma eu possa ressurgir, sem precisar vingar a
crua devolução de ódio e desafeto criado pela ignorância do ser chamado humano!









