terça-feira, 7 de julho de 2020

Quanta falsidade! Quanta maldade!


Original: José Roberto Domingues


Não acredito em tudo que está acontecendo e muitos ainda dizem que antes era pior! 
Como assim, pior?
Alguém pode me explicar?

Porque não estou entendendo nada, nada de nada mesmo!

Irônico até achar que as vezes se exagera na descrição de um assunto, mas não, infelizmente a realidade é muito mais cruel que a fantasia do horror.

O ser dito humano, perdeu há muito tempo a noção da realidade e da consciência, tornando – se pérfido audaz e sem nenhum pudor, deixou sua humanidade de lado e entrou na dita energia do mal e começou a agir!

E como se nada estivesse acontecendo tirou de si as mais desagradáveis atitudes em relação ao seu concorrente rival!

Isto poderia ser incrível se fosse ficção mas não é!

Acreditem é a mais pura realidade!!!

Estamos vivendo numa pandemia do horror!

O incrível é que o ser age no seu animal travestido de humano!

Ah! Não me faça rir! HU-MA-NO?

Sim humano!

Mas que ironia grotesca, querer dizer que o animal é humano, e desde quando?

Se o que vemos é furor, ódio, rivalidade, competição desonesta, maldições, atitudes das mais pérfidas e macabras contra um amigo ou um superior, como isso pode ser chamado de humano?

Quanto horror e frieza nos olhos de quem o sente e age com naturalidade até as últimas gotas de sangue que jorram para fora do corpo que nem o próprio corpo suporta mais aquela alma maldita!

Mas o que se pode fazer quando a maldade habita naquele corpo e não deseja sair?
Nada! A unica resposta seria aguardar, mas é difícil afirmar, quando se trata do abstrato!
A maldade e a competição sempre existiram, mas tão cruel como acontece nos dias de hoje é realmente surpreendentemente alucinante!

As mascaras caíram de vez, e sem reservas!

Estão mostrando quem de fato o ser humano sempre foi!

A maldade é escondida atrás de um sorriso maroto! Ou! Um abraço apertado de um infiel escudeiro!

Oh! Vida!

Quanto o ser humano é maligno e fétido!  

Só de pensar no mosaico dessa construção intrauterina sinto ânsia e nojo das consequências que o maléfico construiu para todos que vivem na orla da sua frequência.

Sinto como um limbo, sem ação só aguardando o momento para ver se nas bordas dessa gosma eu possa ressurgir, sem precisar vingar a crua devolução de ódio e desafeto criado pela ignorância do ser chamado humano!

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