Original: José Roberto Domingues
É extremamente interessante quando você percebe que o que
sentia no passado fazia parte da magnitude da maldade tão ardil que quando isso
acontece você fica boquiaberto e estupefato com uma realidade tão vil, tão
macabro que você acaba se perguntando?
Como isso pode ser tão verdadeiro?
Como pode ser real?
E o interessante é que eu não estou sonhando nem
idealizando, isso é surreal de tão real que ainda estou perplexo!
É meus amigos! A maldade não tem preço, a escabrosidade que
rodeia a cabeça humana não é humana é macabra!
Isso mesmo! MA-CA-BRA!
Você leu direito! Macabra!
É tão impressionante onde pode chegar a maldade humana que
eu fico perplexo dentro da minha pequena cachola chamada cérebro, que me perco
dentro de mim mesmo!
Que mundo é esse que vivemos?
Onde o sórdido é visto como água límpida!
E o escroto é
mantido sob guarda do realismo tão inebriante que ficam admirando o insensato
do ser que não existe numa descrição do Irrisório!
Que verdade podemos acreditar dentro do complexo chamado
vida?
Qual mundo devemos perpetuar para vivermos o tempo que nos
resta como seres e ainda tentar aproveitar o tempo bom que nos foi roubado?
A sutileza da maldade sempre ficou entre o fio da navalha e
o corte dilacerado dentro de um mundo visivelmente anormal que sonhamos viver, mais tem muita gente que não consegue definir porque é tão irreal o surreal que
qualquer parodoxismo fica aleatória a uma imaginação desconexa dentro da
interpretação literária da historia insignificante e insalubre dentro da
questão vida tida como exuberante um sistema fisiológico que trafega no humano!
Que vida é essa?
Ou
Que vida ainda não entendemos para vive – la de forma mais
real e vivencial dentro da liturgia analítica do paradoxo chamado ser humano!
