quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Quando o Inimaginável é Real!




Original: José Roberto Domingues

É extremamente interessante quando você percebe que o que sentia no passado fazia parte da magnitude da maldade tão ardil que quando isso acontece você fica boquiaberto e estupefato com uma realidade tão vil, tão macabro que você acaba se perguntando?

Como isso pode ser tão verdadeiro?

Como pode ser real?

E o interessante é que eu não estou sonhando nem idealizando, isso é surreal de tão real que ainda estou perplexo!

É meus amigos! A maldade não tem preço, a escabrosidade que rodeia a cabeça humana não é humana é macabra!

Isso mesmo! MA-CA-BRA!

Você leu direito! Macabra!

É tão impressionante onde pode chegar a maldade humana que eu fico perplexo dentro da minha pequena cachola chamada cérebro, que me perco dentro de mim mesmo!

Que mundo é esse que vivemos?

Onde o sórdido é visto como água límpida! 

E o escroto é mantido sob guarda do realismo tão inebriante que ficam admirando o insensato do ser que não existe numa descrição do Irrisório!

Que verdade podemos acreditar dentro do complexo chamado vida?

Qual mundo devemos perpetuar para vivermos o tempo que nos resta como seres e ainda tentar aproveitar o tempo bom que nos foi roubado?

A sutileza da maldade sempre ficou entre o fio da navalha e o corte dilacerado dentro de um mundo visivelmente anormal que sonhamos viver, mais tem muita gente que não consegue definir porque é tão irreal o surreal que qualquer parodoxismo fica aleatória a uma imaginação desconexa dentro da interpretação literária da historia insignificante e insalubre dentro da questão vida tida como exuberante um sistema fisiológico que trafega no humano!

Que vida é essa?

Ou

Que vida ainda não entendemos para vive – la de forma mais real e vivencial dentro da liturgia analítica do paradoxo chamado ser humano!