Tive que
pensar um pouco antes de escrever, pois existem várias vertentes querendo dizer
que a opinião de quem está com a palavra é a correta.
Não existe a
correta, existe o ponto de vista que para alguns funcionam e para outros
não. Sim, é verdade! Somos feitos de
muitas escutas e poucas resoluções.
Num momento
onde a maioria entende que posição, dinheiro e imagem é o que conta, mulheres se vendem, para o homem que estiver pagando o melhor preço para se
dedicar a ele até o momento que lhe convier.
Encontrou
algo mais interessante e promissor, essa bela e recatada vai mudar de cama sem
pestanejar e sem preocupação de ouvir os outros dizerem que ¨ Ela ¨ se vendeu.
Porque se você for analisar direito. A maioria está se vendendo por muito
pouco...então se ela encontrou um cara que a banque e a banque muito bem,
porque não fazer a linha recatada e do lar.
Me lembro
dos versos de uma canção que diz:
Enquanto
houver sol, Enquanto houver sol
Ainda
haverá,
Enquanto
houver sol, Enquanto houver sol
E a vida
neste momento para algumas pessoas está assim, enquanto ele me sustentar, der o
que preciso, não tem motivos para abandoná-lo.
Tem gente
que acha que se a pessoa que está se vendendo está feliz, porque não o fazer?
Concordo,
desde que não remoa amanhã no divã de um analista ou na casa de uma amiga
chorando a não poder mais, porque se arrependeu.
Então me
pergunto?
Porque
criticar tanto as prostitutas, garotas de programa que se vendem e ainda riem,
dizendo:
- homens são hipócritas mesmo! Porque me pagam para fazer o que mais amo que é sexo e ainda por cima me dão o prazer de no final receber e receber
uma grana que posso fazer dela o que quiser.
Pois é!
E
essas mesmas mulheres, vivem suas vidas recatadas e do lar sem alarde.
A vida é
feita de escolhas.
Pega, quem der a melhor oferta!
E não me
venham dizer que a pessoa que está se vendendo é feliz. Nunca afirme algo que
você não sabe. Ela tem os seus motivos para tal atitude.
Então não
reclamem das prostitutas e garotas de programa, que se vendem por profissão e
merecem o mesmo respeito.
Um abraço
José Roberto
Domingues


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