quinta-feira, 30 de julho de 2015

Como estamos ou como vivemos?


Muitas pessoas reclamam da falta de atenção do partner ou da vulnerabilidade do namorado/a. Vivemos em um mundo onde a atenção está somente no imediatismo. Não existe mais aquele tempo em que a pessoa se preocupava com o outro, dava atenção e olhava nos olhos.

Hoje todos vivem ligados neste mundo globalizado onde a internet é mais importante que qualquer outra coisa. Mesmo na relação entre amigos, vocês podem perceber, quando estão juntos não conversam, mas quando se saudam porque vão embora, um vira para o outro e diz: -  Nos falamos no face!  Ou, nos falamos no chat! Mas o que é isso? Não existe mais relação? Onde está a humanidade, a solidariedade entre nós seres? 

Pelo que me consta ainda somos humanos providos de sentimento e emoção. 

Muitos casais reclamam da falta da interação do outro, de sentir realmente o parceiro como pessoa, como ser. Mas tambem está em quem reclama saber trazer a situação para a relação. Precisa ter jeito para fazer o outro entender que quando estão juntos, a relação para ter continuidade precisa existir uma relação entre o casal. Ambos precisam estar na mesma sintonia se querem realmente viver juntos. 

É muito facil hoje em dia, encontrar casais em qualquer lugar da cidade e cada um está com seu celular conectado com outras pessoas e não estão interagindo com a pessoa amada. Como você quer ou deseja manter uma relação se você não consegue ter uma relação com a pessoa amada, que é a pessoa mais proxima a você? 

Quando chegamos nesse ponto, precisamos ver se estamos bem conosco proprio, porque senão damos atenção nem a nós mesmos, como desejamos dar atenção ao nosso parceiro/a. 

Precisamos entender como estamos e como estamos vivendo. Senão estamos felizes com a nossa situação precisamos rever alguns conceitos e pensamentos que talvez estejam disturbando a nossa relação com a pessoa amada e com o nosso social. 

Se rever é muito bom de  vez em quando e mudar atitudes, conceitos e pensamentos, ajudam muito no nosso progresso como seres.

Boa sorte, um grande abraço

José Roberto Domingues


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